MESA POSTA

O festival MesaVista continua e cheio de atrações no Red Bull Station.

Neste sábado, dia 3/8 a partir das 14h, não perca a oportunidade de fazer uma visita guiada com os artistas selecionados do Mesa Posta, além de poder adquirir produtos exclusivos deles em mais uma feira de impressos. Entrada gratuita, só chegar! Para saber mais dos artistas participantes rola aí pra baixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Samantha Oda

>> Paulistana, nascida em 1992, no bairro Capão Bonito, é designer e utiliza a fotografia como suporte de pesquisa e criação, direcionando o olhar do espectador para territórios não explorados. Seu trabalho retrata como a estrutura política que temos hoje interfere nas estruturas da cidade. Carrega também o olhar de descendente de imigrantes japoneses, influenciando como enxerga o ambiente urbano, estabelecendo novos significados para objetos inanimados e espaços abandonados. O graffiti veio nas andanças para fotografar nesses lugares e inevitavelmente as paredes começaram a ser usadas não só em suas fotos, mas também por seus desenhos.

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Lucas Santana

>> Paulistano de 25 anos, nascido e criado no Parque Santa Madalena, zona Leste da capital. Atualmente reside no Centro da cidade. Sua prática artística não tem uma plataforma específica. Já transitou por pintura, escultura, colagem e mais recentemente vem trabalhando mais em assemblagem, juntando coisas que já tem uma existência para criar novas. Para entender melhor sua mensagem a citação de um de seus artistas preferidos, David Hammons: “arte é sobre símbolos e coisas escandalosamente mágicas acontecem quando vc mexe com esses símbolos”.

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Flavushhh

>> Nascida em São Paulo, em 2001 tem uma predileção pelo desenho. Já realizou diversas publicações com seu coletivo, Pepito, como “Ensimesmada” (2018), “eu (sem assunto) (sem corpo)” (2019) e sua história “Sua Voz”. Foi vencedora do edital Des.gráfica de quadrinhos experimentais de 2018. E, em 2019 expôs seus trabalhos pela primeira vez na exposição coletiva Bamba no espaço Breu. Com lápis, giz pastel, uma folha de sulfite A3 e internet cria um universo próprio e cheio de referências.

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Pedro Mirandolla

>> Teve interesse por câmeras fotográficas desde muito novo. Foi apresentando ao mundo da fotografia pelo pai, que sempre registrou os momentos familiares. Nascido e criado em São Paulo, ganhou uma câmera digital comum aos 15 anos e começou a fazer seus próprios registros. Na época, fotos dos seus amigos. Depois, ao terminar a escola, criou maior interesse pela fotografia e veio a necessidade de expressar seus sentimentos de forma transparente, usando a cidade como matéria prima. Hoje, aos 25 anos, seu foco é um olhar “sem maquiagem” para a metrópole e suas infinitas possibilidades.

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Cicero Costa

>> Pseudônimo de Wallace da Silva Costa, nascido em São Paulo, em 1994. Criado no centro da cidade é o filho mais novo de Maria Alice da Silva Costa e Antonio Francisco Mendes Costa, ambos nordestinos retirantes. Suas referências humanas e estéticas se desenvolveram a partir do seu contexto geográfico e familiar, através dos ofícios de seus pais, sua mãe vendedora ambulante e seu pai balconista de bar, e a região onde cresceu, entre os bairros do Bixiga, Baixada do Glicério e Brás, onde trabalhou boa parte da sua infância e adolescência. Elementos decisivos na sua percepção de mundo, e como indivíduo, o que se torna nítido no resultado imagético da sua produção, que gira torno de memórias afetivas e temas que permeiam sua vida, tais como trabalho, traumas, vícios, violência, questões culturais e de identidade.

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Ione Maria

>> Tem 23 anos e vem do bairro Vila Albertina, região norte de São Paulo. Sua arte acontece como uma extensão de muitos experimentos dentro do campo artístico de corpo e imagem. Sua presença como artista vem da necessidade de fala e observação com os seus. “Minha utopia é equidade de condição e minha realidade é pensar/agir nesse acesso. É o que acredito.” Em seus trabalhos, seja no audiovisual, design ou colagem, o diálogo se apresenta através da cultura popular periférica, indígena e feminilidades.

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Guilherme Akbo

>> Nascido em São Paulo, morador da Zona Sul, 34 anos. Pinta na rua, mas “não tenho certeza se o que faço pode ser chamado de graffiti”. O que tem feito são telas misturando símbolos, letras e personagens, de uma maneira crua e orgânica. Se expressa através de uma pintura livre e experimental. Está aqui, em sua primeira exposição, para mostrar o processo e resultado dessas experiências, mas também agregando outras perspectivas vindas seja da fotografia, vídeo ou publicações independentes para seguir evoluindo em seu trabalho.
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Karina Rodrigues

>> Vulgo Kari, vem de São Mateus, Zona Leste da capital paulista. Seu trabalho de graffiti e tatuagem se condensam também na moda, onde mistura customização e upcycling. Com cores fortes e vivas, tanto nas jaquetas quanto nos muros, sua arte busca exaltar e representar a força da mulher, em especial a mulher latina e ancestralidade indígena da América como um todo, com elementos que remetem à arte pré-colombiana e grafismos indígenas brasileiros, sendo esses em constante conexão às culturas que emergem da periferia das grandes cidades, como o movimento hip hop em si e as subculturas dentro dele.
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Veja também a cobertura completa do Festival Mesa Vista no Red Bull Station – AQUI!

 

Fotos por: Alexandre Urch e Felipe Gabriel